Meça o desempenho.
Compare suas passadas.
A telemetria da WideLink transforma o sinal de velocidade do seu carro em tempos, distâncias e novos recordes.
0–100 km/h · 100–200 km/h
201 m · 402 m


O que preciso para começar?
Uma WideLink com o recurso Telemetria e uma fonte compatível de velocidade via OBD ou ECU. O GPS é usado como referência na calibração; a medição usa o sinal do carro. A sonda lambda, sozinha, não fornece velocidade.
O caminho é Menu principal → Telemetria → Abrir medidor.
Como faço a primeira medição?
Prepare o medidor antes da saída. Com a página aberta, a WideLink reconhece a largada e acompanha as marcas automaticamente.
- Abra o medidor. No menu principal, entre em Telemetria → Abrir medidor. A medição só acontece com essa página aberta.
- Espere PRONTO. Pare o carro. O anel fica verde e toca um bip, se habilitado. O rearme exige cerca de 0,5 s parado e pelo menos três leituras.
- Faça a passada. A mesma saída mede 0–100 km/h, 201 m e 402 m, conforme você alcança as marcas. O 100–200 também pode começar em movimento, ao cruzar 100 km/h.
- Consulte depois. Ao encerrar a passada, o cartão apresenta o resultado por 8 s. Segure o central para abrir recentes e melhores.



O que fazem os três botões?
- Esquerdo ou direito
- Volta às telas de dados.
- Central curto
- Conforme o estado, primeiro silencia um aviso sonoro; depois fecha o cartão de resultado, cancela a medição em curso ou abre o menu.
- Central longo
- Abre a tabela. Nela, segurar alterna RECENTES e MELHORES; um toque curto no central volta.
O que encerra ou cancela uma passada?
A passada saindo do zero termina ao completar 402 m. Uma parada sustentada por 300 ms encerra uma medição ainda em curso. Uma saída que não atinge 15 km/h em 2 s é tratada como manobra.
Uma queda sustentada de velocidade também pode cancelar a medição. O botão central permite cancelar manualmente. Não conte com um novo resultado de uma medição cancelada; os resultados anteriores continuam disponíveis.
Como calibro a velocidade com GPS?
Pneus e a escala do sinal do carro podem alterar a velocidade informada. A calibração compara essa leitura com uma referência GPS em velocidade constante e aplica a correção às medições.
- Entre em Telemetria → Calibração e mantenha velocidade constante, acima de 20 km/h, em local apropriado.
- Espere ESTÁVEL. Um passageiro deve confirmar com o central: a captura usa os 3 s anteriores ao toque.
- Em GPS MARCOU?, ajuste com os laterais a velocidade indicada pelo GPS naquele trecho e confirme.
- Confira SALVO e a correção aplicada. Segurar o central permite sair da calibração.



Um ponto já corrige a escala. O segundo permite variar a correção ao longo da faixa. Abaixo de 70 km/h, a captura entra no ponto um; a partir dessa velocidade, no ponto dois. O segundo ponto é opcional.
Por que a captura usa os segundos anteriores ao toque?
O gesto de apertar o botão pode mudar a posição do pé. A janela anterior evita incluir essa mudança na captura. O sistema recusa leitura insuficiente, velocidade baixa, oscilação e aceleração ou frenagem durante a janela.
SEGURE pede mais tempo de leitura; OSCILANDO indica variação excessiva; VARIANDO indica aceleração ou frenagem; DEVAGAR pede velocidade maior; SEM VELOCIDADE pede conferir a comunicação.
Como os pontos corrigem a velocidade?
v corrigida = v lida × k(v lida)
Com um ponto, o fator é constante. Com dois, varia linearmente entre eles e tem extrapolação limitada fora da faixa. A calibração corrige a escala; não elimina patinagem, atraso variável ou ruído do sensor.
A captura exige média de pelo menos 20 km/h, inclinação de até 1 km/h/s e desvio de até o maior entre 1,5 km/h e 3% da média.
O que cada resultado e aviso significa?
A diferença compara seu tempo com o melhor anterior daquela medição. Negativa e verde significa mais rápido; positiva e vermelha, mais lento. No empate, a indicação é neutra. Recorde identifica um novo melhor.

Tempo, comparação e passagem
Nos 201 m e 402 m, o cartão também informa a velocidade ao cruzar a marca. O foco escolhe qual métrica fica em destaque; as outras ficam na tabela.
Os melhores ficam guardados depois de desligar. Um resultado marcado com patinagem ou baixa confiança não substitui um melhor sem observação.
- PARE O CARRO
- Em movimento fora de uma passada. Pare para preparar uma nova saída.
- PRONTO
- Medidor armado. Anel verde e um bip, quando habilitado.
- MEDINDO / 100–200
- Medição em andamento, com anel âmbar.
- SEM VELOCIDADE
- Mais de um segundo sem leitura. Confira a comunicação com o carro.
- OBD 9 Hz, por exemplo
- Menos de 15 leituras por segundo. A taxa baixa limita a medição; não é, sozinha, um veredito de resultado inválido.
- patinou
- O sinal acelerou além do critério de plausibilidade do medidor. O tempo é marcado em vermelho e não é confiável.
- sinal falhou / ?
- Resultado com baixa confiança. Aparece em âmbar, com interrogação na tabela. Falhas, poucas amostras ou um cálculo alternativo podem gerar essa marca.
Onde vejo os recentes e os melhores?
Segure o central na página ao vivo. Segure novamente para alternar a tabela. RECENTES mostra o último resultado de cada métrica; não é um arquivo de todas as sessões.


O que muda em cada ajuste?
- Tela inicial
- Inclui o medidor depois das telas de dados. Abrir pelo menu também liga essa opção.
- Foco
- Define a métrica em destaque. Auto usa a última medida.
- Rollout
- Escolhe a origem da contagem. Veja como comparar com outro aparelho.
- Bip
- Um no PRONTO e dois no resultado. Desligar essa opção não desliga os avisos do carro, que têm prioridade.
- Apagar pontos
- Remove a calibração, após confirmação.
- Apagar tempos
- Apaga resultados e melhores, após confirmação.
Quais resultados apareceram nos testes?
Para testar o algoritmo, simulamos um carro com trajetória conhecida e variamos a forma como a velocidade chega à WideLink. Cada cenário abaixo usa 150 passadas. Assim, é possível comparar o tempo calculado com a referência matemática do modelo.
Simulação Monte Carlo · P95 do erro absoluto
Erro em segundos no 0–100 km/h. Menor é melhor. Escala fixa de 0 a 0,300 s.
| Fonte e condições | 0–100 km/h | 100–200 km/h | 201 m | 402 m |
|---|---|---|---|---|
| evoNet 50 HzResolução de 0,01 km/h | 0,006 | 0,022 | 0,006 | 0,006 |
| OBD 30 HzResolução de 1 km/h | 0,029 | 0,017 | 0,026 | 0,025 |
| OBD 10 HzResolução de 1 km/h | 0,048 | 0,050 | 0,034 | 0,035 |
| 50 Hz com ruídoσ 1,5 km/h · 2% picos · 2% perdas | 0,098 | 0,166 | 0,063 | 0,064 |
| OBD 10 Hz com ruídoσ 1,5 km/h · 2% picos · 3% perdas | 0,195 | 0,268 | 0,116 | 0,111 |
Ensaios de Monte Carlo em 30/09/2026. São resultados de simulação; os testes práticos foram concluídos separadamente.
A qualidade da fonte faz diferença. No cenário OBD a 10 Hz, o P95 do 0–100 foi 0,048 s. Adicionando ruído, picos e perdas, passou a 0,195 s. A frequência de leitura é só uma parte da história.
Metodologia: modelo, fontes e limites da tabela
O modelo usa limite de aderência de 8,5 m/s², potência específica de 105 W/kg, arrasto e trocas a 55, 95, 140 e 185 km/h. As fontes simulam taxa de aquisição, quantização, jitter, atraso, filtragem da ECU, zona morta, ruído, picos e perdas.
Os cinco cenários usam sementes reproduzíveis 11, 12, 13, 15 e 16, e escala nominal do sensor. Sem rollout, a referência é a largada virtual estimada pela fase inicial da aceleração. Veja a diferença para o primeiro movimento físico.
O P95 usa os erros absolutos ordenados das métricas produzidas. Resultados ausentes são contados separadamente: no cenário OBD ruidoso, houve 1 ausência de 100–200 em 150 passadas. As demais células não tiveram ausências nessa execução. Resultados produzidos com marca de baixa confiança também entram no cálculo.
Viés é a média do erro com sinal, uma medida diferente do P95. Por exemplo, no OBD nominal de 10 Hz, o viés do 0–100 foi +0,014 s.
Quanto a calibração mudou o resultado simulado?
Em um teste separado de 40 passadas, o sensor lia 3,5% abaixo da velocidade do modelo. Nos 402 m, o P95 foi de 0,321 s sem correção para 0,005 s com calibração exata em dois pontos.
Esse experimento isola o erro de escala. Uma calibração real também depende da qualidade do GPS e de manter a velocidade estável; o número não é uma promessa de precisão após qualquer calibração.
O que foi testado além da precisão?
A suíte cobre rearme depois de manobras, cancelamento, falhas e picos de sinal, fontes simultâneas, volta dos contadores de tempo, persistência dos melhores e prioridade dos alertas sobre o bip. Há cenários com três modelos de carro, várias sementes e entradas inválidas.
A revisão da telemetria registrou 1.119 testes host no conjunto do firmware, além de verificações de integração e do renderizador. Esse total não representa passadas em pista nem testes exclusivamente do medidor. Os 12 testes Monte Carlo foram reexecutados para conferir esta página.
Como a WideLink calcula os tempos?
Suavizar a velocidade ajuda a ler a tela, mas pode atrasar um cruzamento. Por isso a WideLink separa a previsão visual do cálculo final: o filtro acompanha o movimento, enquanto os tempos são refinados com as amostras aceitas ao redor de cada marca.
- Velocidade do carro
- Horário de chegada
- Calibração
- Rejeição de picos
- Amostras aceitas
Para a telaPrevisão de velocidade entre leituras
Para o resultadoAjustes locais e integração da distância
Por que registrar a amostra quando ela chega?
O horário é capturado na interrupção de recepção do CAN. Se fosse registrado só quando o programa processasse a mensagem, o tempo de espera na fila entraria na medição.
O relógio tem resolução de microssegundos. Isso descreve o relógio interno, não a precisão final do tempo medido, que depende do sinal e do modelo.
Qual é o papel do filtro de Kalman?
O filtro estima velocidade e aceleração, prevê a velocidade entre amostras e ajuda a detectar transições e rejeitar picos. Um portão de 4σ, com piso de 6 km/h, compara a leitura com o comportamento esperado.
O ruído estimado adapta a tolerância. Leituras rejeitadas não podem simplesmente reiniciar o filtro em qualquer valor: a ressincronização verifica plausibilidade ou coerência das amostras. Isso evita que uma rajada de zeros seja interpretada imediatamente como uma parada.
Como encontrar 100 km/h entre duas leituras?
O medidor ajusta uma curva local às amostras aceitas, inclusive às que chegam depois do cruzamento. A janela se adapta à taxa, ao ruído e à quantização do sinal. Uma primeira reta estima a inclinação; o segundo ajuste refina o instante.
v(t) = c₀ + c₁t + c₂t²
Encontrar t quando v(t) = velocidade-alvo
Com pelo menos cinco amostras, o ajuste é quadrático. Com menos pontos, usa uma reta e sinaliza baixa confiança. Uma etapa adicional rejeita pontos muito afastados do ajuste.
Estimar entre amostras melhora a localização do cruzamento. Não cria informação que o sensor não observou e não elimina qualquer atraso da ECU.
Como calcular 201 m e 402 m sem GPS?
A distância é a soma da velocidade ao longo do tempo. A WideLink integra a velocidade calibrada pelo método dos trapézios, usando a média de cada par de leituras consecutivas.
Δs = (v anterior + v atual) × Δt / 2
Nessa expressão, a velocidade está em m/s e o tempo em segundos. As marcas internas são 201,168 m e 402,336 m, respectivamente um oitavo e um quarto de milha. O display abrevia para 201 m e 402 m.
Como o medidor protege os resultados?
Falhas de sinal, poucas amostras e cálculos alternativos podem marcar baixa confiança. Aceleração do sinal incompatível com o critério do medidor marca patinagem. São verificações de plausibilidade, não uma garantia de detectar toda situação de perda de aderência.
Nos melhores, um resultado limpo tem prioridade sobre um marcado. A gravação em flash espera a passada terminar para não interromper a aquisição durante a medição.
Como comparo com GPS e outras passadas?
Use a mesma opção de rollout nos dois aparelhos. Mantenha calibração, pneus, fonte de velocidade e condições de ensaio consistentes. A telemetria serve como referência de comparação; não é cronometragem homologada.
Sem rollout
A origem é estimada pela reta da fase inicial de aceleração, extrapolada até velocidade zero.
Com rollout de um pé
A origem da contagem é deslocada até 0,3048 m. É uma convenção de medição, não um ganho de desempenho.
Quanto essa convenção pode mudar o tempo?
No teste com subida de aceleração de 0,28 s, o tempo estimado ficou cerca de 0,14 s menor que o contado desde o primeiro movimento físico. Com subida de 0,14 s, a diferença foi cerca de 0,07 s.
Não é uma correção fixa para aplicar ao seu carro. Embreagem, conversor e a forma da largada mudam esse trecho. Comparar convenções diferentes pode produzir diferenças mesmo com boa repetibilidade.
Mais Hz sempre significa mais precisão?
Mais leituras ajudam, mas ruído, quantização, calibração e atraso também importam. O OBD depende da ECU do carro; 30 Hz na tabela é uma condição simulada, não uma taxa garantida.
Na página do medidor, a velocidade recebe prioridade. Os canais com avisos configurados continuam sendo lidos. Um sinal baseado na roda pode divergir da velocidade real quando há patinagem, algo que a calibração não corrige.
Onde encontro ajuda e documentação?
Precisa de GPS conectado à WideLink?
Não. O GPS fornece a referência durante a calibração. Para medir, a WideLink usa a velocidade recebida do carro.
Funciona apenas com a sonda lambda?
A sonda não fornece velocidade. A telemetria precisa de um sinal compatível via OBD ou ECU. Confira a compatibilidade da WideLink.
Por que não aparece PRONTO?
Confira se a página do medidor está aberta e se chega velocidade. Pare e espere a leitura se estabilizar. Se aparecer SEM VELOCIDADE, verifique a comunicação. Reveja a sequência da primeira medição.
Por que só aparece uma métrica no cartão?
O ajuste Foco define a métrica em destaque; em Auto, aparece a última medida. Segure o central para consultar as demais na tabela. Entenda recentes e melhores.
Metodologia conferida no núcleo do medidor e na suíte de testes do firmware.